Paróquia de Aguda

Rua Nossa Senhora de Fátima, Aguda, 3260-021
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Aguda – Paróquia com Invocação de Nossa Senhora da Graça
Nada se conhece de directamente documentado para o território desta freguesia até ao século doze ou treze, o que é comum à grande parte das freguesias de Portugal. Sabe-se porém que já existia população nos diferentes lugares que vieram posteriormente a fazer parte desta paróquia.
Existe o registo que em 1209, D. Sancho I fez doação a D. Maria Pais Ribeiro, da quinta de Almofala, confirmada em 1216 por D. Afonso II (correspondendo à parte meridional pelo rio de Maçãs). Em 1221 D. Martim Anes deu “carta de foro a todos os povoadores que viessem habitar a sua herdade de Almofala”. Este fidalgo era alferes-mor de D. Afonso II. O rei deu-lhe a parte da região da Almofala, que englobava o actual território da freguesia de Aguda. Assim tínhamos a Almofala de D. Maria Pais Ribeiro – Almofala de Maçãs de D. Maria e a de D. Martim Anes – Almofala de Aguda.
No século XIII surge referência à paróquia de Santa Maria de Almofala (abrangendo a actual igreja de Avelar) e em 1321 já aparece com o nome de Santa Maria da Aguda.
No século XV aparece Aguda, com Avelar, Maçãs de D. Maria e Couce como lugares do Concelho de Chão de Couce. Estes lugares pertenciam no tempo do rei D. Duarte, filho de D. João I, a D. Pedro de Meneses, conde de Viana e constituíam pequenos concelhos subordinados ao de Chão de Couce. Mais tarde originaram a Comarca das Cinco Vilas, conjuntamente com Pousaflores. Aguda foi assim vigararia do Padroado Real com prestimónio da Casa do Infantado
O Concelho de Aguda foi eliminado em 31 de dezembro de 1836, sendo anexado ao de Maçãs de D. Maria e extinto por Decreto de 24 de Outubro de 1855, passando a fazer do concelho de Figueiró dos Vinhos.

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